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  N°2756 (Nova Série), S­bado, 29 de Mar┬o de 2008
APESAR DE MELHOR DO QUE EM 2006
TCM com prejuízo de 2,6 milhões de patacas em 2007

A TCM conseguiu, em 2007, reduzir os prejuízos para metade em relação ao ano anterior. O panorama já não parece tão positivo para o futuro, a começar por 2008

TIAGO PIMENTEL

A Sociedade de Transportes Colectivos de Macau (TCM) encerrou 2007 a diminuir as perdas em relação ao ano anterior, mas ainda assim ficou com 2,6 milhões de patacas de prejuízo. Um resultado “satisfatório”, na opinião do director-geral da TCM, José Ricardo das Neves.
Ainda que as previsões apontassem “um ano de prejuízos elevados”, “os resultados acabam por não ser tão graves como esperávamos no início de 2007”, disse o responsável. O director-geral da empresa de transportes congratula-se que este balanço mostre que, “comparativamente com 2006, o prejuízo desceu para metade”. Segundo o dirigente da TCM, o corte foi possível graças ao cuidado da administração em “reduzir custos sem prejudicar a qualidade do serviço”.
José Ricardo das Neves olha com reservas a continuidade da melhoria da situação da empresa em 2008, uma vez que o sector se debate com “um problema grave de falta de condutores”. Na TCM, “desde 2003 saíram mais de cem condutores”, recorda. Como consequência, o número de autocarros diminuiu de “cerca de 200 para uma média de 120”. O director-geral da transportadora antevê um ano “condicionado por uma conjuntura difícil”, mas assegura que “a companhia vai cumprir a sua obrigação de servir a comunidade”.
De acordo com o director-geral da TCM, “a empresa não consegue contratar condutores, apesar dos aumentos salariais”. José Ricardo das Neves acrescenta que “este ano já houve aumentos de sete por cento”, ao mesmo tempo que “a tarifa praticada continua a ser baixa”.
No que diz respeito à liberalização do sector dos transportes no futuro próximo, José Ricardo das Neves prefere não se pronunciar “até que o Governo apresente o plano mais detalhadamente”. O responsável da TCM não adianta se a empresa pretende concorrer a uma licença para operar a partir de 2010, porque “neste momento há apenas um plano com intenções, sem dados detalhados e concretos”.


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